Seriously, what the fuck.
Eu tive uma infância decente, apesar dos traumas que tive. Joguei em várias consolas, fiz vários amigos, caí, foram-me apontadas facas ao pescoço, levei uma quantidade substancial de porrada..
Bons tempos.
Especialmente porque não tive dramas amorosos.
A sério, qual é a pressa em namorar? Querem casar aos 14? Há uma religião para isso, e nunca ouvi uma rapariga dessa idade nessa religião que ficasse feliz. BRINQUEM ÁS BONECAS, NÃO PROCUREM OS BONECOS. Senão os brinquedos são vocês e quem vos ouve são os pais.
Claro que a culpa também é deles, por impingirem com aquela brincadeira do "Então esse é o/a teu/tua namorado/a?". Talvez não funcione com toda a gente, mas alguns se calhar ficam a pensar que é mesmo verdade e ficam com o falso amor que o "parceiro" não sente. Depois dá-se esse tal drama. A sério, é um monte de tretas isso. Chega. Há uma idade para tudo e dos 12/16 (a meu ver, aberto para debate) mais vale brincar, partir ossos e aprender com erros do que andar aos namoricos como se fossem gente grande. Eu tenho 20 anos neste momento e há raparigas com 14 que já tiveram mais namorados que eu. HOW THE FUCK DOES THIS HAPPEN?
Porque é que isto me irrita tanto? Simples. Eu fui obrigado a crescer cedo demais com o que passei, e irrita-me ver quem está nessa fase e não a aproveita de forma decente. Quem me dera voltar a essa idade e voltar a fazer toda a merda que fiz, pegar caixotes do lixo em fogo e etc.
Simplesmente espero que isto seja algo da geração sinceramente, porque senão vou chegar a um ponto em que me vão prender e pôr num instituto qualquer porque simplesmente perdi a cabeça e desatei ao estalo a toda a criança com a mania que é adulta. E por consequência a todos os pais dessas respectivas crianças. Deixem-nas crescer. Aos poucos.
Off Standard
sábado, 12 de setembro de 2015
O Verdadeiro Lado Obscuro da Internet
Começo por dizer que muitos talvez se familiarizem com o que vou escrever daqui em diante (eu próprio entro nessa lista).
Facebook. MySpace. Orkut. Hi5. YouTube. Dezenas de redes sociais.
Para que precisamos disso? Manter comunicação a longa distância? Conhecer gente nova? Meter fotos absurdas para absorver aquela pseudo-ecstasy que todos chamam "likes"?
O que se passou ao acto de sair para a rua e conviver?
Muita gente hoje em dia passa o dia especado a olhar para o fundo de uma rede social, simplesmente molengando, "falando" (sim, que isto é muito subjectivo), vendo fotos de piadas velhas (more on this later) simplesmente para passar o tempo. Modernização deu lugar ao que o corpo foi feito para fazer: mexer-se.
Ok, tudo bem, claro que também tem os seus lados positivos, há sempre aquele amigo que não vemos há algum tempo e que por lá sempre se pode pôr a conversa em dia. Eu próprio conheci a minha primeira namorada através de uma rede social. Não são só lados negativos. MAS! Algumas pessoas simplesmente exageram. De que vale estar de cu "alapado" numa cadeira durante não sei quantas horas no Facebook? Saiam, conheçam pessoas novas, metam-se com desconhecidos na rua que não tenham aspecto dúbio, parem de ser preguiçosos/as. A vida é feita para se experienciar, não para ver quem aguenta mais tempo numa cadeira sem ficar com o cu quadrado.
"Mas eu não gosto muito de sair sozinho/a"
"Mas eu tenho vergonha de conhecer gente nova"
Ora porra, se tudo fosse por aí nada nem ninguém se conhecia. Era tudo amizades virtuais (que nem todas são más, faço questão de dizer) e seríamos todos basicamente anti-sociais na vida real.
Se querem um futuro com doenças derivadas da pura preguiça, tudo bem, não se esqueçam apenas que isso depois pode passar para os vossos filhos, se já não tiverem filhos claro.
A vida de toda a gente é suposto ser activa, energética. Ninguém merece uma vida parada.
Facebook. MySpace. Orkut. Hi5. YouTube. Dezenas de redes sociais.
Para que precisamos disso? Manter comunicação a longa distância? Conhecer gente nova? Meter fotos absurdas para absorver aquela pseudo-ecstasy que todos chamam "likes"?
O que se passou ao acto de sair para a rua e conviver?
Muita gente hoje em dia passa o dia especado a olhar para o fundo de uma rede social, simplesmente molengando, "falando" (sim, que isto é muito subjectivo), vendo fotos de piadas velhas (more on this later) simplesmente para passar o tempo. Modernização deu lugar ao que o corpo foi feito para fazer: mexer-se.
Ok, tudo bem, claro que também tem os seus lados positivos, há sempre aquele amigo que não vemos há algum tempo e que por lá sempre se pode pôr a conversa em dia. Eu próprio conheci a minha primeira namorada através de uma rede social. Não são só lados negativos. MAS! Algumas pessoas simplesmente exageram. De que vale estar de cu "alapado" numa cadeira durante não sei quantas horas no Facebook? Saiam, conheçam pessoas novas, metam-se com desconhecidos na rua que não tenham aspecto dúbio, parem de ser preguiçosos/as. A vida é feita para se experienciar, não para ver quem aguenta mais tempo numa cadeira sem ficar com o cu quadrado.
"Mas eu não gosto muito de sair sozinho/a"
"Mas eu tenho vergonha de conhecer gente nova"
Ora porra, se tudo fosse por aí nada nem ninguém se conhecia. Era tudo amizades virtuais (que nem todas são más, faço questão de dizer) e seríamos todos basicamente anti-sociais na vida real.
Se querem um futuro com doenças derivadas da pura preguiça, tudo bem, não se esqueçam apenas que isso depois pode passar para os vossos filhos, se já não tiverem filhos claro.
A vida de toda a gente é suposto ser activa, energética. Ninguém merece uma vida parada.
O que esperar?
Bem, isto não vai ser um blog nada normal. NADA mesmo. Aviso já todos os possíveis leitores que aqui vão apanhar muitos tipos de "eu" que a minha psique ligeiramente bizarra tem a oferecer, começando pelo "Simpático que até mete nojo", indo até ao "Acho que este tipo é um psicopata". Eu daria mais ênfase ao último mesmo, é o mais frequente quando escrevo. Mas irão encontrar de tudo aqui, qualquer tema que pensem pode possivelmente aparecer, podendo até tirar uns textos de sugestões que vocês possam querer que eu fale.
Mas relembro: Vocês vão ler o que eu penso do assunto de forma crua e íntima. E estarão também sujeitos a histórias da minha vida, que tanto são hilariantes como pura e simplesmente esquisitas. Com isto, retiro-me por agora para reflectir profundamente sobre a vida e o que fazemos neste mundo (o que basicamente significa que vou tomar banho e passar meia hora em modo "sauna").
Mas relembro: Vocês vão ler o que eu penso do assunto de forma crua e íntima. E estarão também sujeitos a histórias da minha vida, que tanto são hilariantes como pura e simplesmente esquisitas. Com isto, retiro-me por agora para reflectir profundamente sobre a vida e o que fazemos neste mundo (o que basicamente significa que vou tomar banho e passar meia hora em modo "sauna").
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